O diretor geral da Fundação Hospitalar Getúlio Vargas (FHGV), Juarez Wolf Verba, foi eleito por aclamação, em Assembleia Geral Ordinária desta quinta-feira (15), o novo presidente da Associação Nacional das Fundações Estatais de Saúde (Anfes). Gustavo Schulz, da Fundação de Curitiba, é o novo vice. Alisson Sousa continua na função de secretário-executivo.

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“É um momento conturbado politicamente no país, por isso será muito importante fortalecermos e ampliarmos as estruturas e as parcerias em nível nacional, em defesa da saúde pública brasileira”, disse Verba. “Estamos diante de uma tarefa coletiva”, reforçou. Carlos Trindade, que ocupou a presidência durante dois mandatos, será o 2º Tesoureiro da nova gestão, que oficialmente inicia em 1º de fevereiro, mas que já está em processo de transição.

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Algumas ações para um futuro próximo já foram tratadas, e se juntam às que foram encaminhadas no ano anterior. Entre os destaques, um encontro entre as coordenações das câmaras técnicas no mês de janeiro de 2017, como forma de dar subsídios para a nova diretoria montar seu plano de trabalho. Também ficou a indicação para que, até o mês de abril, seja efetivado um encontro com o Ministro da Saúde para apresentar a Anfes, seus objetivos e diretrizes.

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AVALIAÇÕES E PROJEÇÕES

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Na pauta da Assembleia Geral constava também a apresentação e a avaliação das ações de 2016, bem como a projeção de estratégias para 2017. Considerando a turbulência política que assola o país, e a mudança no poder executivo em muitos municípios que acolhem as fundações, surgiu a proposição de transferir a discussão de estratégias gerais para meados de 2017, quando deverá haver um cenário mais claro e propício para tomadas de decisão. Enquanto isso, a nova diretoria faz o processo de transição e estruturação.

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A respeito das avaliações de 2016, as manifestações dos representantes das fundações associadas foram praticamente unânimes, enumerando situações que dificultaram a melhor execução de cada planejamento. As perspectivas para o próximo ano também não são alentadoras, segundo os participantes. A iminência de desfinaciamento e o discurso dos governos (que fragiliza o SUS) exigem que a nova Anfes tenha uma estrutura mais encorpada (com assessorias, consultorias e outras alternativas) para vencer os desafios.

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Eduardo Buchholz – Assessor de Comunicação FHGV

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